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Nacional

Corpo de padre desaparecido é encontrado carbonizado em MG

Suspeito de 22 anos é preso e confessa crime

15/10/2020 10:38:27

O corpo do padre Adriano da Silva Barros, de 36 anos, vigário da cidade de Simonésia, em Minas Gerais, foi encontrado na tarde da quarta-feira (14) com marcas de facadas e carbonizado em Manhumirim, região da Zona da Mata mineira. Um suspeito de 22 anos foi preso pela polícia e confessou o crime.

O padre estava desaparecido desde o dia anterior, quando deixou a cidade para ir visitar a mãe doente, em Martins Soares, também em Minas. O religioso foi visto vivo pela última vez deixando a irmã em Reduto, por volta das 13h.

A polícia foi acionada por um morador do Córrego Pirapetinga, em Manhumirim, ao perceber que havia fogo no seu terreno e, ao chegar para apagar, encontrou o corpo carbonizado. No local, a perícia constatou que havia ferimentos no corpo do padre provocados, provavelmente, por facas. A Polícia Civil suspeita que ele tenha sido vítima de latrocínio, já que o veículo em que ele estava foi visto na região de Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro. O reconhecimento do corpo foi feito por irmãos do padre.

A prisão rapaz foi possível porque um policial que atuava nas buscas e abordou, em companhia de um adolescente de 16 anos, e se lembrou que, no dia anterior, tinha visto o suspeito entrando no carro da vítima.

Segundo a PM de Minas Gerais, o preso alegou que tinha um relacionamento com o padre e os dois se desentenderam por causa de dinheiro. Ele então decidiu desferir várias facas no padre, no meio de um matagal, onde voltou na manhã de quarta-feira para queimar o cadáver, usando gasolina, a fim de dificultar a identificação.

Já o menor de idade, que foi detido na companhia do adulto, alegou não ter participação, porém sabia do fato e não relatou a ninguém. Por esse motivo, também foi apresentado na delegacia acompanhado do pai.

Sobre o carro do padre, a polícia informou que um parente do autor confesso ficou sabendo do crime e levou o Chevrolet Onix para o estado do Rio de Janeiro, como forma de se livrar da prova do crime. O veículo ainda é procurado e a participação da outra pessoa ainda é investigada. (Foto: Reprodução)

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